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Não vamos olhar mais para trás, não adianta
É nas indefinições e cruzamentos que ganhamos força
É no futuro que as escolhas mostram os encontros e desencontros
A base justa da persistência e da vontade
Lá para diante haverá o abraço hipotético do tempo e da espera
O enlace da imaginação com o sonho maduro
Haverá o retorno das manhãs de fantasia
Aquelas em que o Sol brilha sem cessar e o mundo rejeita as guerras
A própria melancolia é um sorriso rasgado
Teremos tempo de viver e experimentar os navios
São muitas as travessias a realizar nas carícias do rosto e do peito
Já não interessa apenas mostrar qualquer relação
Podemos apenas adormecer no aquecer do ventre
Não precisamos fingir os caminhos
E voltar a repetir os abraços de despedida
Vamos evitar as lágrimas do adeus
A tranquilidade não é quando o coração ama
É quando o silêncio redefine o destino
José Gomes Ferreira
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